Com o incêndio que devastou o Museu Nacional em setembro, grande parte de seu acervo foi irreversivelmente perdido. Apesar da irreparável perda para o patrimônio histórico e cultural brasileiro, parte do acervo foi recriado digitalmente e poderá ser “visitado” virtualmente através da plataforma Google Arts & Culture.

O projeto é resultado de uma parceria firmada em 2016 entre a gigante norte-americana de tecnologia, a Universidade Federal do Rio de Janeiro – administradora do Museu Nacional – e o Ministério da Cultura. Isso permitiu que, um ano antes do acidente, fossem catalogadas imagens de 164 peças, como o crânio de Luzia, o esqueleto mais antigo encontrado nas Américas, a réplica de Titanossauro, o Meteorito de Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, além de artefatos indígenas e espécimes de borboletas amazônicas ameaçadas de extinção, entre outros itens.

Com a ferramenta do Museum View, é possível mergulhar pelas salas do prédio histórico, além de ver, em detalhes, as peças que ficavam em exposição no Museu Nacional (Google)

O tour pelo Museu Nacional virtual pode ser feito pelo site (g.co/museunacionalbrasil) ou aplicativo do Google Arts & Culture e conta com um guia em áudio, com três idiomas disponíveis (português, inglês e espanhol). Para uma experiência mais imersiva é possível utilizar um visor de realidade virtual, como o Gear VR ou o View-Master.

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